Treinamento: Recepção de Pessoas com Deficiência no Festival do Japão 2018

 

Dia: 24 de junho.

Horário: 14 às 17 horas.

Local: Mie Kenjinkai, na avenida Lins de Vasconcelos, 3352, ao lado do metrô Vila Mariana.

Inscrições: http://bit.ly/acessibilidadeFJ2018 (limitado a 200 voluntários do Festival)

Tema:

“A paz no mundo começa em mim.”

 

14h00 – Abertura com Toshio Ichikawa (presidente do Festival do Japão) e Roberto Sekiya (coordenador dos voluntários do Festival do Japão).

14h30 – O que é inclusão? O que é acessibilidade? Por Rosa Matsushita.

Áudio-descritora, professora e jornalista, pós-graduada em Educação à Distância. Trabalha com áudio-descrição há cerca de seis anos e realiza trabalhos na área de acessibilidade e inclusão. Faz trabalhos voluntários na comunidade japonesa desde 1998, tendo sido voluntária nas entidades filantrópicas Kibô-no-Iê e Ikoi-no-Sono; e na associação cultural Acal. Atualmente é editora voluntária do jornal da Kodomo-no-Sono e coordena o Palco Verde e Amarelo e a Equipe de Recepção de Pessoas com Deficiência do Festival do Japão.

15h00 – Voluntariar é bom demais!!! Por Alex Sandro Pereira Nunes, pessoa com deficiência física. Ele é aposentado e faz diversos trabalhos voluntários em entidades como a AACD central de São Paulo, TED X São Paulo, Festival do Japão e também trabalhou nas Paralimpíadas no Rio de Janeiro.

15h15 – A cultura surda. Por Wilson Santos Silva, surdo. Ele é professor de Libras, graduado em Letras/Libras no polo Unicamp pela UFSC, pós-graduado em Educação Especial e Língua Brasileira de Sinais pela Eficaz, pós-graduado em Educação Infantil pela Eficaz, leciona na Escola Municipal da Educação Bilíngue para Surdos pela Prefeitura Municipal da Taboão da Serra.

15h30 – A recepção do surdo no Festival do Japão. Por Diogo Petarnella. Ele é professor licenciado pleno em Educação Física pela Unasp, pós-graduado em Língua Brasileira de Sinais pela Uninove, pós-graduado em Educação Física Escolar Adaptada pela Faveni. Leciona na escola Bilíngue para Surdos em Taboão da Serra. Presta assessoria como avaliador de intérpretes de Libras e é voluntário da Equipe de Acessibilidade do Festival do Japão há cinco anos, além de ser um dos coordenadores da equipe.

16h00 – Condições proporcionais, possibilidades iguais. Por Edgar Jacques, pessoa com deficiência visual. Formado ator pelo Teatro Escola Macunaíma, com especialização em interpretação para TV na Escola de Atores Wolf Maya. Realizou cursos livres de canto popular, além de oficinas de dramaturgia. Já encenou os textos de própria autoria: Colibri, O Ator Cego e Um Homem Comum. Participa do projeto Teatro Cego, em encenações que acontecem no escuro total. Como ator já se apresentou em cidades como São Paulo, Santos, São Carlos, Rio de Janeiro, Curitiba, entre outras. Edgar divide a carreira de artista com a de consultor em áudio-descrição, tendo realizado cursos livres com diversos formadores da área. Tais como: Rosa Matsushita, Lívia Motta, Francisco Lima e Viviane Sarraf. Como consultor tem mais de duzentos filmes no currículo, bem como peças de teatro, exposições fotográficas e de arte, musicais e óperas.

16h15 – Treinamento básico para recepção de pessoas com deficiência intelectual, visual e física. Por Rosa Matsushita.

16h30 – Fala e informativo dos coordenadores da Equipe de Recepção de Pessoas com Deficiência.

Com Diogo Petarnella; Dóris Kobayashi Calvo de Sant’ana, estudante do curso de Tecnologia em Eventos na Fatec Ipiranga (finaliza o curso em 2018). Atualmente faz parte do Seinenkai de São Carlos, do Kakushin Origami de São Carlos e da Comissão de Jovens do Bunkyo de São Paulo. Trabalha num restaurante de comida japonesa (delivery e eventos). Já fez dois cursos de áudio-descrição com Rosa Matsushita. É voluntária desta equipe desde 2015. Felipe Arantes tem 12 anos de experiência trabalhando com pessoas de diversos perfis e nacionalidades em diferentes situações, como solução de conflitos, vendas, eventos, trabalhos motivacionais, análise de perfis, diplomacia e negociação. Há seis anos está envolvido em trabalhos voluntários. É diretor de RH e integração da Comissão de Jovens do Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social) e trabalha com cultura japonesa e atendimento na Japan House São Paulo. Felipe Cantu é coach em saúde, bem-estar e desenvolvimento pessoal, consultor da Herbalife, professor de Dança de Salão.

16h45 – Perguntas e respostas.

17h00 – Encerramento.

 

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